História

Primeiros passos para formação da chapa.

O Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da Bahia iniciou seus trabalhos no dia 29 de agosto de 1989 na cidade de Salvador. Desde a divisão da sociedade em classes a história das sociedades é marcada pela luta entre explorados e exploradores e esta situação ocorre até hoje no capitalismo. É nesse sistema econômico que a luta de classes atinge o seu auge. Após anos de inatividade, em 2005, uma comissão formada por professores da Universidade Católica de Salvador e da Faculdade Adventista da Bahia, além de graduandos oriundos do movimento estudantil se reuniram para a reabertura do Sinfito-BA. A primeira gestão após a reabertura teve mandato entre 2006 e 2009 sob a presidência do fisioterapeuta Dr. Kessler Gomes, que capitaneou um período de reorganização da entidade, porém diante das dificuldade encontradas a gestão foi perdendo forças e chegou ao final do seu mandato praticamente inerte.

Em 2009 uma nova gestão foi empossada sob a nova presidência do ex-fisioterapeuta Jardel Barros, que com a casa arrumada tinha a possibilidade de um futuro promissor. Decisões equivocadas afastaram os profissionais da sua entidade de representação, sem a força das categorias que representa a gestão acabou abandonando o sindicato antes mesmo do final do seu mandato, em 2011.

Sem a representação formal desde o início de 2011 nas mesas de negociação, a Terapia Ocupacional e a Fisioterapia viram suas categorias perderem direitos e seus salários se desvalorizarem. De forma espontânea um grupo de profissionais, através das redes sociais, decidiu se juntar em uma luta que acabaria em vitória para a categoria. Através de uma ação judicial o grupo conseguiu a autorização para realizar novo processo eleitoral, que ocorreu em dezembro de 2013. A gestão batizada de 13 de outubro, em homenagem ao dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional, foi eleita por unanimidade e empossada pela justiça do trabalho em agosto de 2014.

A nova gestão conseguiu em pouco tempo fazer um trabalho de resgate da credibilidade e de vitórias reais para as categorias como o reajuste retroativo a 2011 do piso salarial, a reapresentação, em Brasília, do projeto de lei do piso nacional além de 50 processos na justiça do trabalho em defesa dos direitos dos profissionais. Já são cerca de 2000 colegas defendidos por diversas ações do Sinfito Bahia.